Postagens

Mostrando postagens com o rótulo religião
Imagem
  VOCÊ NASCEU MULHER, E A AGORA? Filhos da esperança. Quando o choro de um bebê para uma guerra.   Algumas religiões de forma explícita ou nas entrelinhas de seus livros sagrados, classificam as mulheres como um ser inferior, criado para servir ao homem. A verdade é, embora atualmente neguem isso, mulher é o ser humano que nasceu com útero. Não aceite e nem se submeta as “novas regras da biologia’ e do feminismo atual que dizem que mulher é conceito. Mulher não tem piroca, não é um ser construído socialmente. Essas sanhas do novo feminismo estão encurralando a mulher a cada vez mais num dia a dia de constrangimento, onde ela, num momento íntimo e frágil da sua vida, poderá ser atacada por um ser que desde cedo foi nutrido por testosterona, mas forte, e com piroca, dentro dos banheiros, onde suas conquistas olímpicas serão apagadas por esses homens (que se consideram mulheres), pouco a pouco tomarão o seu lugar. Obviamente, uma mulher pode não querer se relacionar...
Imagem
A DIREITA E O CARNAVAL Apenas mais uma das fantasias/alegorias que ofendem o presidente eleito. A mente dessa gente da cultura é atrasada e cega, Preferem um governo corrupto, cujo legado sempre será a miséria, contando que o dinheiro público continuem bancando o seu circo. Essa política funciona desde os tempos de Roma. As primeiras festas que deram origem ao que é hoje o carnaval datam de4000AC , quando aconteciam as primeiras festas agrárias dos povos primitivos. Posteriormente a festa foi se desenvolvendo, chegando a ser festas em homenagem ao Deus Baco e a Saturnália. Baco é o Deus do vinho, da fertilidade, do teatro, amante da paz, símbolo mitológico do hedonismo. Não estaria errada em afirmar que ele está muito ligado a dois pecados capitais: a gula e a luxúria, embora de início, não era bem essas as suas “responsabilidades”, porém, como Deus do vinho, e o vinho, como toda bebida alcóolica, embriaga e desinibe, acabou-se associando Baco aos exageros do Homem...
Imagem
MOMENTOS BIZARROS DA VIDA DA ANITA A Macumba de Vigário Geral Não sei precisar se isso aconteceu antes ou depois daquela chacina horrorosa, onde policiais invadiram uma favela em Vigário Geral, atirando a esmo, em pessoas inocentes, onde famílias inteiras foram executadas, em vingança ao assassinato de policiais no dia anterior. Mas foi por aí, no comecinho dos anos 90. Dona Eulina, iria tocar uma macumba no barracão da sua nova filha de santo. Um tipo de filho chamado de “enxerto” entre o meio. Filhos de santos iniciados e raspados em outras casas, e que acabam saindo desta, fazem suas obrigações em outras. Eulina convocou seus filhos a irem também, Rosa, como sempre, a contragosto foi. Ao chegarmos, a macumba ainda não havia iniciado, não por esperarem Eulina, mas porque a casa não tinha ogãs. Casa que não tem ogã, fica dependendo de ogãs de outras casas. A maioria, só comparece nesses casos, se forem pagos para isso. Ninguém apareceu, o jeito foi ape...

De Quem é a Sorte, afinal?

Imagem
DE QUEM É A SORTE, AFINAL? Catia Maria caminhava em direção ao bar, para fumar um varejo do Paraguai. A vida anda difícil, ela cortou o máximo de despesas possível. Adotou a horrenda dieta vegana de pobre. Sabemos que veganos usam em suas receitas, ingredientes caros, que nunca estão na feira. Catia Maria como vegana pobre, só come aquilo que tem na feira ou na xepa do CEASA. Quando tem um extra, manda a dieta vegana pra PQP e come ovos de granja. É só esquecer a definição dos veganos dada a eles: menstruação de galinha.  E viva o carro do ovo! Há alguns anos ela não compra mais roupas novas. Tudo brechó, do sapato ao sutiã. Uma vez a dona da barraquinha lhe ofereceu biquini, mas ela ficou com nojo... Faz sua manicure. Não vendeu seu secador e sua chapinha, para fazer o cabelo de vez em quando, tratando-o com receitas da vovó, como maionese com ovo. Eventos somente os 0800, coleciona amostras grátis de perfume. Nunca mais jogou fora as lascas de sabão ou ...
Imagem
NÃO GANHAVA, EU DAVA Não fui a criança que pegava doce. Estudava à tarde, e no tempo em que ficava em casa, não tinha autorização nem pra colocar o dedão do pé no portão, imagine então sair pelas adjacências à procura de doce. Fui uma criança que “dava doce”. Todo Cosme e Damião ajudava minha mãe na compra dos doces, na arrumação dos saquinhos. Bem, não chegava a entregar os doces. Isso era minha mãe que fazia. Era tradição: “O ferro-velho dá doce.” Sempre levava saquinhos para minhas amigas de escola. Patricia nunca comia, dava para professora ou distribuía os doces entre o grupo. Dizia que não queria, que estava com azia. Não entendia na época que o motivo dela era outro: Patricia era crente. Nada que abalasse a festa da criançada. A alegria, a caça pelos saquinhos. Meu primeiro contato com a religião dos meus pais, a umbanda, foi numa festa de erê. Era bem novinha. Não tinha ideia do que realmente era aquilo. Pra mim era uma festa, não estran...