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O BIZARRO TIO EUCLIDIO

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 Olha só, povo infiel. Com tempo, sem nada pra fazer, com tudo a perder e sem fumar.... Escrevi um texto no celular. Estava com muita paciência. Horas sem nicotina dá nisso? Texto sem compromisso, sem ligações com nada e sem nada a dizer. Entretanto, há coisas que desejaria registrar antes de morrer. O sinistro tio EUCLIDIO é uma delas. Infelizmente, o fato de ele ser um parente meu, é assustador. O título deveria ser : EUCLIDIO, O MENTOR DE LENINHA! O BIZARRO TIO EUCLIDIO O falecido tio Ito, a desaparecida prima Kátia e o dedo do Almir na lente. Nobre em queimar ou estragar todas as fotos da família. E pensar que na primeira vez que bati uma foto,meu pai prometeu me bater se ela queimasse. Chorei pelo resto do Natal... Minha família teve nomes que você jamais ouvirá por aí. Jales Juaci Ciro  Esses próximos são ainda mais estranhos, até pra quem é da antiga geração Erpidio - Esse não é bem família, foi o pastor/cafajeste/Padrasto da minha mãe/marido da minha avó: Umbelina Eucl...
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ALMAS DE POBRE Maria e Rosa. Dizem que Rosa morreu nos seus braços, outros falam que Rosa morreu sozinha, pois quem estava presente e poderia lhe ajudar, surtou e saiu pelas ruas falando sozinha. Foram os vizinhos, que vendo a casa aberta e Rosa caida na cama por horas, entraram e concluíram a sua morte. A questão aqui, não é sobre apenas a monetária. Falarei de almas medíocres, e que a pobreza e a desgraça que teimam em reinar na vida dessas pessoas, é consequência do espírito baixo, pouco desenvolvido que elas têm. Pessoas que em determinado momento da vida, tiveram uma chance, quase que um bilhete premiado e desperdiçaram, não por intervenções alheias a sua vontade, como uma crise econômica ou sócios e família roubando-lhes, e o fator violência. Atualmente, tenho testemunhado vários empreendimentos fechando suas portas por causa da violência. Todo e qualquer empresário, se quiser ir adiante, tem que considerar o gasto segurança, que não é barato. FATINHA E...
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COPACABANA Fiquei surpresa quando descobri que Rosa, há quase vinte anos, possuía um ponto nas areias de Copacabana. Era situada em frente ao posto 4, hoje, basta descer na estação do metrô e caminhar à praia que encontrávamos a sua barraca. Nela conheci personagens reais, comuns em todo lugar, mas que foi o meu primeiro contato com gente da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ao todo, me decepcionei. Eram tão pobres como eu. Rosa me explicou que Copacabana era o subúrbio da Zona Sul. O bairro é recheado com prédios cujos apartamentos são minúsculos. Pequenos mesmo. Em suma alugados. Um aluguel, para os padrões da Baixada, caro, porém, valia à pena: perto do trabalho, próximo ao mar... Flor foi a freguesa da Rosa que mais me chamou a atenção. Beirando os quarenta anos, porém, vinte anos de sol, a envelheceu mais que o devido, era loira “verdadeira” com cabelo liso e ralo, baixinha, no peso ideal. Pelas suas costas o povo fazia escárnio da mulher: Vinte anos de pra...