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ORQUÍDEA NEGRA

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  QUADRINHOS QUE ME INFLUENCIARAM Como Orquídea ela fica "pelada" o tempo todo. Roupa, somente quando entre os humanos.   Orquídea Negra Neil Gaiman & Dave McKean     Há décadas que não leio quadrinhos. Chegou um momento que a caçada contra os mutantes estava me cansando, e chegando na idade adulta, eu me perguntava, quando os X-men transavam. Afinal, eles saiam de uma aventura para outra. Atualmente, visito sites de quadrinhos, pois na banca, acho caro, e mesmo assim, dificilmente leio os quadrinhos publicados a partir dos anos 2000. Ao que parece, tá tudo uma merda. O fascismo dos X-men, em criar um país somente para os mutantes, a perseguição dos roteiristas e quadrinistas aos valores que moldaram os quadrinhos desde a sua criação: fé, família, heroísmo.   A DC larguei um pouco mais tarde. Nos anos 90, comprei um dos capítulos de uma minissérie que estava acompanhando: Orquídea Negra. Li no trem, e antes de chegar na minha estaç...
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A CRUZ INVERTIDA DO SUBCONSCIÊNTE E O ENIGMA PENHA   Minha mãe sempre dizia que, quando Penha deixou de trabalhar na nossa casa, eu fiquei três dias em febre. Que eu era apegada a ela. Poderia ser muito criança, entretanto, eu lembro da Penha. Infelizmente não são boas coisas. Das torturas psicológicas que meu irmão fazia, coisa de irmão, tipo, ele fazer uma voz cavernosa e ameaçar do Hulk (o original da série de TV dos anos 70) vir me pegar. Do Almir me fazendo chorar por qualquer coisa assim parecida, eu baixinha, olhando para ela e Penha rindo de mim me encarando com seus olhos. Atravessando uma ponte, que passa por cima de um rio podre, aqui perto de casa, Almir me pegou pelos braços e me pendurou fora dela, me ameaçando jogar no podre Sarapuí. Ela com sua risada que soava como “risada malvada” de bruxa. Porém existiram bons momentos, eu deveria ser realmente apegada a Penha, porém, foram completamente apagados da minha memória. Não lembro desse apego, d...
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  MOMENTOS BIZARROS DA VIDA DA ANITA O Que Aconteceria Se...   Quem me acompanha há muito, (mas há muito tempo mesmo), talvez se lembre da tragédia que foi a realização de um sonho de minha mãe.  O de ter uma casa separada do ferro-velho, onde ela, que sempre foi criada em roça, poderia finalmente ter suas plantas. Apesar de haver uma explicação espiritual pra tamanha tragédia, pois um dos filhos da caseira era macumbeiro e enterrou sete exus no quintal, que quando manifestados, reivindicaram o sítio para eles, há toda uma conjuntura real que passa bem longe de exus revoltados com a venda. Simples: No sítio havia uma caseira que morava nele há quinze anos, com nove filhos marmanjos juntos. A antiga dona deixou para meus pais o trabalho de demiti-la. Não teria como morar no sítio com eles. Apesar dos meus pais contratarem uma de suas filhas como empregada, que acabou virando amante do seu Miro, obrigando D. Aparecida a dividir o teto com a amante de seu mar...