Postagens

Mostrando postagens com o rótulo natal
Imagem
  VOCÊ NASCEU MULHER, E A AGORA? Filhos da esperança. Quando o choro de um bebê para uma guerra.   Algumas religiões de forma explícita ou nas entrelinhas de seus livros sagrados, classificam as mulheres como um ser inferior, criado para servir ao homem. A verdade é, embora atualmente neguem isso, mulher é o ser humano que nasceu com útero. Não aceite e nem se submeta as “novas regras da biologia’ e do feminismo atual que dizem que mulher é conceito. Mulher não tem piroca, não é um ser construído socialmente. Essas sanhas do novo feminismo estão encurralando a mulher a cada vez mais num dia a dia de constrangimento, onde ela, num momento íntimo e frágil da sua vida, poderá ser atacada por um ser que desde cedo foi nutrido por testosterona, mas forte, e com piroca, dentro dos banheiros, onde suas conquistas olímpicas serão apagadas por esses homens (que se consideram mulheres), pouco a pouco tomarão o seu lugar. Obviamente, uma mulher pode não querer se relacionar...
Imagem
O NATAL DE POLIANDRA Quando eu era criança, o costume da minha família era toda ela se reunir na casa dos meus pais. Os mais bem sucedidos do clã. Apenas um tio que era tão bem sucedido quanto e algumas irmãs da minha mãe não compareciam na data, estas por preferirem passarem o natal na delas, avessas a aglomerações muita das vezes forçada entre parentes. Havia um casal de primos que só via nessa data. Alexandro, um pouco mais novo que o meu irmão caçula e minha prima Gisele um pouco mais velha que eu e minhas outras primas. Alexandro ficava com meu irmão, mas sempre que seu pai abria uma oportunidade de ter criança (homem) por perto dos adultos, colava na aba do pai. Gisele era uma chata, e desde os onze anos já se sentia uma “moça”, não participava das brincadeiras, não tomava banho de borracha e não saía de perto das asas da mãe. Seu papo era sempre o mesmo: o de quanto se divertiu com os adultos (mulheres) na cozinha. Homens na sala bebendo e mulheres na ...