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ORQUÍDEA NEGRA

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  QUADRINHOS QUE ME INFLUENCIARAM Como Orquídea ela fica "pelada" o tempo todo. Roupa, somente quando entre os humanos.   Orquídea Negra Neil Gaiman & Dave McKean     Há décadas que não leio quadrinhos. Chegou um momento que a caçada contra os mutantes estava me cansando, e chegando na idade adulta, eu me perguntava, quando os X-men transavam. Afinal, eles saiam de uma aventura para outra. Atualmente, visito sites de quadrinhos, pois na banca, acho caro, e mesmo assim, dificilmente leio os quadrinhos publicados a partir dos anos 2000. Ao que parece, tá tudo uma merda. O fascismo dos X-men, em criar um país somente para os mutantes, a perseguição dos roteiristas e quadrinistas aos valores que moldaram os quadrinhos desde a sua criação: fé, família, heroísmo.   A DC larguei um pouco mais tarde. Nos anos 90, comprei um dos capítulos de uma minissérie que estava acompanhando: Orquídea Negra. Li no trem, e antes de chegar na minha estaç...

REVENDO A HISTÓRIA SEM FIM

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Falcon o "dragão chinês" da sorte com cara de cachorro, até hoje cultuado. Olha, eu teria muitos motivos para ser uma criança traumatizada, tornei-me um adulto cheio de neuras, porém, não por culpa dos filmes. A primeira vez em que fui ao cinema, levada pelo meu irmão mais velho, o perigo está aí. O que achavam meus país e delegarem essa missão a um irmão mais velho, depois de encher o saco deles para conhecer o cinema. O primeiro filme que assisti na telona, nos meus distantes 8 anos foi FACES DA MORTE. O primeirão, aquele onde o macaquinho é degolado e as pessoas comem o seu cérebro. Tudo bem, não era para permitirem nossa entrada, nem eu e nem meu irmão tinha idade para assistir, mas essas coisas nunca foram fiscalizadas pelos cinemas de Belford Roxo. Antes dele, o fato de não sair dele tremendo de medo, na certa por estar, mesmo em tão jovem idade, calejada nesses assuntos. Quem mandavam na TV da sala eram meus irmãos, e eu assistia o que eles assistiam, meu primeiro film...
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SANTA INTERNET, BATMAN! Sabe, eu poderia me sentir uma especial entre babacas, ignorantes e preconceituosos, mas quando se é única em seu meio, os valores se invertem.   Quem me acompanha aqui sabe o quanto era difícil ser considerada pela minha família e amigos. Pessoas que julguei serem meus amigos, descobri que pelas minhas costas, não me levavam a sério, zombavam e riam de mim. Isso doía. Da minha família nunca esperei grande coisa, e posso ter realmente as minhas paranoias, e saibam que morrerei com elas. Nunca tive dinheiro para pagar um psicólogo ou um psiquiatra. O plano de saúde só cobria neurologia e tomei trauma deles. O primeiro, ainda na infância, implorei a minha Tia Nair que me parasse de me levar pra esse cara, se ele queria me enlouquecer de verdade, quase conseguiu. Adulta e sem opções, procurei outro. Receitou-me um tarja preta que me fez ter ainda mais pavor desses remédios: Paralisia do sono e pesadelos semanais! Além da eterna sensação de boca ...