Postagens

Mostrando postagens com o rótulo homossexualidade
Imagem
A HISTÓRIA DE BETO Beto é um viadinho que conheci nos meus tempos em que frequentava a macumba. Ele foi o segundo caso do meu irmão Almir. O primeiro foi o Eriveltom. Vou falar do Eriveltom um pouquinho: Tudo que sei é por convivência e por dizeres de terceiros. Não vou aqui questionar se as pessoas nascem gay ou se tornam gay ou o se mundo é gay, pois a heterossexualidade não passa de uma imposição judaico cristã. Afinal, em tempos da Grécia e Roma antiga, o relacionamento entre homens era até mesmo incitado, principalmente pelos gregos, pois eram tão machistas, que muitos sábios se recusavam a dividir o prazer com um ser tão inferior quanto a mulher. Preferiam estuprar animais ou se relacionar entre si.   Até onde vai a misoginia de uma sociedade... Em Roma, praticamente todo menino era estuprado por um "mentor sexual" que lhe ensinaria o sexo... Eriveltom foi o primeiro e o amor da vida do meu irmão. Foram anos de relacionamento. Na minha famíl...
Imagem
A Primeira Vez que Vi um Homossexual Ou Bichinha Mesmo... Eram tempos controversos. Minha  mãe morta há pouco tempo. Meu pai perdido com a situação. Muita gente se aproveitou da sua total inaptidão com a família e com o próprio dinheiro. Uma das maiores picaretas que se aproveitaram da fragilidade de um recém viúvo foi a médica Iracema e a famigerada Tia Leninha, (Que o diabo a tenha!). Saindo de mais uma fisioterapia (?), que pra mim foi puro placebo, um engodo entre tantos pra arrancar dinheiro do velho, pois fui para o bisturi de qualquer maneira, fomos para um ponto de ônibus, eu e a minha horrenda tia. O ônibus demorou bastante. Do outro lado da estreita rua, um pequeno grupo de amigos. Um deles me chamou muito a atenção. Eram os anos 80. Existia nessa década uma peça de roupa feminina chamada "colant". Era o maiô que não se usava em praia. Foi o que me chamou a atenção. " Homem usando roupa de mulher?" "É mesmo...
Imagem
A PISCINA DA RUA ARGENTINA Longe da praia e de uma cachoeira, porém perto do inferno. Esse é o resumo da Baixada Fluminense no verão principalmente nos anos 80. Onde moro por exemplo, pessoas iam com toalha de praia, roupa de banho e até bronzeador para um bicão, que ainda existe até hoje na linha do trem. Quando não furavam um dos canos da CEDAE para fazer dele um chafariz. Clubes nesses tempos eram coisas para ricos e esnobes. Uma ida à praia era quase uma operação de guerra. Começando pelas crianças da casa, que ficavam ao menos 30 dias aporrinhando seus pais com: "Vamos pra praia! Vamos pra praia?" Depois fazer um poupança para os gastos com a "viagem", e levar muita comida nas bolsas e mochilas. Somos sim farofeiros, damos jus a essas denominações. Somos odiados e evitados pelo povo das cidades praianas e com uma certa razão. Imaginem a euforia de todo um bairro e adjacências quando um classe média fodido em suas c...