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O DIA EM QUE ACOMPANHEI ROSA NA SUA MANDINGA. Eram tempos de porraloka. Vivia em macumba e tinha Rosa como amiga. Uma vez, no morro de Cavalcante, houve um grave incidente entre ela e o seu irmão, por causa da cunhada dela. O cara, muito louco, começou a chutar a porta da casa de Zinha, onde dormia Rosa, armado, para matar a irmã. A sua pomba-gira, a selvagem Maria Molambo das 7 encruzilhadas, um espírito que tentou jogar Rosa do trem, que manifestou em uma rua e tentou arranhar a cara de seu cavalo no arame farpado, eu conheço essa maldita de outras cabeças. Ela era a pomba-gira da sofrida tia Maura, a mesma que deixou minha tia nua, enquanto rastejava o corpo do seu cavalo na lama. Dessa vez, talvez sob ordem de Oxum, a Molambo se manifestou e começou a bater na porta, em resposta aos chutes o irmão. Junto a sua risada característica. _Tá dando santo! Saiba que santo também morre! Fatinha pulou a janela e correu pra boca de fumo, pedir ajuda aos meninos do ...