AS SENSACIONAIS AVENTURAS AMOROSAS DA ADRIANA! É comum crianças muito pequenas se enamorarem. Não é como o namoro aborrecente e nem de adulto. É uma coisa pura de criança, nada que faça os pais se descabelarem. Bem novinha me “apaixonava” e já tive pretendentes. O primeiro que me lembro foi um apaixonado por mim chamado Cristiano, ainda no CA. Não teve beijinhos nem nada, ele apenas gostava de ficar perto de mim e se declarava. Foi com ele que aprendi a escrever o número 8. Na segunda série primária, no pátio da escola a espera do ônibus, um lindo menino da terceira, loiro e de grandes olhos azuis se aproximou de mim, puxou conversa e me deu de presente o seu trabalho artístico de escola. Não maldei o gesto, mas o meu irmão maldou e contou tudo para os meus pais. Começou aqui a minha conturbada “vida amorosa”. Nunca pensei em namorar o Fernando, mas por causa da língua do Amiltom, por quinze dias diretos, fui ameaçada de coça pela minha mãe caso eu namoras...
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