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OPINIÃO LIVRE NUMA FAMÍLIA PATRIARCAL A professora/diretora Regina tinha características homossexuais claras. Não precisava ser da trupe, para se reconhecer que aquela mulher era sapatão. Mas nos anos 80, não havia esse reconhecimento descarado, não havia esse "radar". Mesmo porquê, homossexualismo feminino, era "raro" e escondido. Mesmo quando um mulher se comportava e se vestia como homem, não havia o questionamento público ou até mesmo a maldade em apontar o dedo na mulher que gostava de mulher. Regina tinha cara de braba, séria, cabelo curto, além de outros trejeitos. Não sei se é por causa da moda da época, mas ela usava muito calças de lycra nas cores claras e berrantes. Que sabemos nós, não ser uma roupa própria para o dia a dia, até em academias ela não fica bem. Pois marca demais o corpo. Regina ainda usava camisas curtas, a impressão que tinha, é que ela gostava de exibir o seu "testão", a buceta mesmo. Era o equivalente ao Eliezer, qu...
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COMÉDIA DO PATRIARCADO PRIVADO III (acho) A Culpa e Toda Dela! Romão e Neinha. Um casal típico da classe média baixa beforroxense. Ele motorista de ônibus, ela diarista. Como todo casamento, sua base era a hipocrisia e o fingimento da parte dele, e toda verdade, cobrança e fidelidade, assim como ilusões da parte dela. Eram vizinhos de Nora. A melhor amiga de Néia. Nora era mulher de sapatão, como na gíria da época, "entendida", tinha uma união estável com Zoraide. No quintal de Neia, moravam ao todo 4 famílias. A matriarca, e mais 3 casinhas dos seus filhos com seus cônjuges. Uma vez, Mariel, cunhada de Neia, escutou uma conversa de seu próprio marido, marido de Néia e um outro cunhado. Entre cerveja e maconha, eles estavam planejando um curro em Nora. Eles a consideravam uma negra bonita, um desperdício de mulher, já que era casada com sapatão. E imaginavam também, uma vagina apertada "de pouco uso" da qual nunca saiu filho nenhum del...